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iMarketing Pesquisa
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Insatisfação com os atuais prefeitos pode gerar enorme renovação eleitoral no interior

Na disputa para a Prefeitura de Itacoatiara, por exemplo, o bancário Mário Abrahim aparece na liderança tanto na pergunta espontânea quanto na estimulada, com 26,1% e 51,9%, respectivamente, em estudo realizado pela iMarketing Pesquisa.

Os nomes incluídos nesta pesquisa foram selecionados por meio de um estudo preliminar da iMarketing realizado entre as diversas lideranças do município de Itacoatiara.

Isto, porém, não garante que os personagens agora apresentados realmente serão candidatos em 2020 ou se outros nomes surgirão para disputar.

Entretanto, os players contidos neste primeiro painel realizado pela iMarketing são os mais próximos de serem os prováveis pré-candidatos à Prefeitura de Itacoatiara no ano que vem.

Vale se destacar que as eleições no interior do Amazonas possuem algumas particularidades, como a inexistência do 2º Turno, previsto somente em cidades com mais de 200 mil eleitores. Isso possibilita que candidaturas que atinjam entre 27% e 32% sejam eleitas ou reeleitas.

Chances de reeleição

Se um prefeito obtiver uma aprovação (soma dos conceitos ÓTIMO e BOM) entre 35% e 45% e uma rejeição (soma dos conceitos RUIM e PÉSSIMO) de até 25%, suas chances de reeleição são altas.

Um prefeito cuja administração tenha uma aprovação de 25% a 35%, e uma rejeição entre 26% e 40% apresenta alguma chance de ser reeleito, mas com um risco bastante elevado de não obter a vitória.

Uma aprovação menor que 25% e uma rejeição maior que 40% podem colocar qualquer candidatura a prefeito do interior com chances mínimas de reeleição.

Expectativas para 2019

Na cidade de Itacoatiara, somente 1,4% acredita que o ano será muito melhor que 2018, enquanto que 5,8% disseram que será muito pior. Os que acreditam que será melhor foram 29,7%. Já os que afirmaram que será igual somaram 27,5%, e 30,8% disseram que será pior.

Avaliações administrativas

Avaliações administrativas – Itacoatiara

O governo do atual prefeito Peixoto do PT conseguiu uma aprovação de apenas 17,5%, sendo reprovado por 48% dos entrevistados.

Já o governador recém-eleito Wilson Lima (PSC) obteve uma aprovação de 35% e uma reprovação de 16,6%, uma situação confortável.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi aprovado por 46,9% dos entrevistados e reprovado por 18,6%, um desempenho melhor que o dos outros dois avaliados.

Pesquisa para prefeito

Num cenário com cinco nomes, Mário Abrahim aparece liderando a pesquisa tanto na pergunta espontânea quanto na estimulada. Se a eleição fosse agora, a vitória do bancário e economiário seria acachapante, obtendo 51,9% das intenções de voto na estimulada e 26,1% na espontânea. É válido lembrar que, na eleição de 2018, ele obteve uma votação significativa para deputado estadual, recebendo 10.384 votos.

Para sabermos qual o potencial de votos de cada nome (soma da 1ª opção com a 2ª opção), perguntamos aos participantes qual seria a segunda opção de voto deles caso a primeira escolha não concorresse ou se eles decidissem mudar de voto, por qualquer razão. O potencial de votos de Mario Abrahim foi de 66,9% e a rejeição, de 1,9%.

Se não houver nenhuma mudança significativa e Abrahim não cometer nenhum erro na escolha do partido e nas suas alianças, ele poderá ser o prefeito de Itacoatiara em 2020.

O segundo colocado foi o ex-prefeito Mamoud Amed, com 18,9% na estimulada, seguido por Cabo Maciel, com 10%, e pelo prefeito Peixoto do PT, com 5,8%. Ressalte-se que o atual chefe do Executivo municipal itacoatiarense possui uma rejeição de 41,4%, apresentando, hoje, uma situação muito difícil para uma reeleição.

Os dois favoritos

Também perguntamos quais os dois nomes que os entrevistados percebem com maior chance de vitória na eleição de 2020. O nome de Mário Abrahim aparece nas duas combinações que tiveram o maior número de citações: com o Cabo Maciel (23,1%) e com Mamoud Amed (22,2%).

Sobre a pesquisa

• Margem de erro: 5,2% para mais ou para menos.
• Tamanho da amostra: 360 eleitores.
• Data da realização da pesquisa: 18 de março.
• O grau de confiabilidade da pesquisa é de 95%. Isso significa dizer que se fossem feitas 100 entrevistas com a mesma metodologia, 95 estariam dentro da margem de erro prevista.

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